O faturamento das associadas da Abrafarma foi de R$ 5,32 bilhões mês passado, frente a R$ 4,42 bilhões em fevereiro - e R$ 4,57 bilhões em janeiro deste ano - Agência Brasil
O faturamento das associadas da Abrafarma foi de R$ 5,32 bilhões mês passado, frente a R$ 4,42 bilhões em fevereiro - e R$ 4,57 bilhões em janeiro deste anoAgência Brasil
Por iG
Os Estados Unidos vão utilizar o medicamento Remdesivir no tratamento de pacientes com o novo coronavírus (Sars-Cov-2). O anúncio foi feito pelo presidente Donald Trump nesta sexta-feira (1º).

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos norte-americana, permitiu o uso emergencial do remédio, mesmo com resultados preliminares dos testes sobre eficácia em casos de Covid-19.

Por causa disso, o remédio não será vendido para o tratamento domiciliar da doença. A farmacêutica Gilead poderá distribuir doses para os hospitais a partir de segunda-feira (4) que serão ministradas apenas por médicos em pacientes internados.
O Remdesivir é utilizado atualmente no tratamento do Ebola e já vinha sendo testado contra a Covid-19.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA, mostrou que os pacientes tratados com a droga apresentaram uma melhora 31% mais rápida do que aqueles que receberam um placebo. Segundo o estudo, no grupo de pessoas que recebeu a medicação, 8% morreram, menos 3% do que aqueles que receberam um placebo.

O estudo - realizado com mil pacientes gravemente infectados pelo novo coronavírus em 75 hospitais de vários países - apontou que no grupo de pessoas que recebeu a medicação, 8% morreram, menos 3% do que aqueles que receberam um placebo.