Além dos Estados Unidos, o Canadá e o Reino Unido já fecharam acordos para obter doses de vacinas muito superiores ao necessário para imunizar suas populações - AFP
Além dos Estados Unidos, o Canadá e o Reino Unido já fecharam acordos para obter doses de vacinas muito superiores ao necessário para imunizar suas populaçõesAFP
Por O Dia
Rio - A norte-americana Pfizer, junto a BioNTech, é uma das farmacêuticas na corrida pela vacina contra a Covid-19. Nesta sexta-feira, William Gruberum, vice-presidente sênior de pesquisa e desenvolvimento de vacinas da Pfizer, revelou que não houve casos de reações alérgicas graves durante os testes clínicos.
“Não tivemos nenhum episódio anafilático relacionado à vacina”, disse Gruber durante uma reunião de consultores independentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, de acordo com a agência de notícias Reuters.
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Um ensaio incluiu cerca de 6.000 participantes nos grupos da vacina e do placebo, com histórico de uma série de condições alérgicas, como alergia ao pólen, alergia alimentar e até anafilaxia, de acordo com a executiva da Pfizer Susan Mather.
Na última semana, órgão regulador de medicamentos britânico recomendou que pessoas com histórico de reações alérgicas significativas não tomem a vacina da Pfizer-BioNTech depois que duas pessoas relataram efeitos adversos. Já nos Estados Unidos, primeiros norte-americanos podem ser imunizados na segunda ou terça-feira, com profissionais de saúde entre os primeiros da fila.