Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelenseAFP
O Hamas, no poder em Gaza, acusou Israel de impor "novas condições" às conversações em Doha, mediadas por Catar, Estados Unidos e Egito, que buscam uma solução para o conflito que eclodiu há mais de um ano.
O Hamas afirmou, em comunicado, que "a ocupação impôs novas condições relacionadas à retirada de suas tropas da Faixa de Gaza, ao cessar-fogo, aos prisioneiros — incluindo os reféns mantidos em Gaza e os palestinos detidos por Israel — e ao retorno dos deslocados", o que atrasou a conclusão de um acordo.
A guerra começou em 7 de outubro de 2023 com uma incursão de milicianos islamistas que mataram mais de 1.200 pessoas no sul de Israel, a maioria civis, e sequestraram 251, de acordo com uma avaliação da AFP baseada em números oficiais israelenses.
Dos 251 sequestrados, 96 ainda são mantidos em cativeiro em Gaza, mas o Exército israelense estima que 34 foram mortos.
A campanha militar de retaliação de Israel já deixou mais de 45.000 mortos em Gaza, a maioria civis, de acordo com o Ministério da Saúde do governo do Hamas no território palestino.

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