Grupo das sete maiores economias do mundo ainda condenou o que chamaram de "ações desestabilizadoras" do IrãAlessandra Tarantino / Pool / AFP
O grupo relembrou medidas adotadas como o apoio ao financeiramente à Ucrânia por meio do uso de receitas extraordinárias provenientes de ativos soberanos russos, imposição de limites aos preços do petróleo e do gás e sanções contra a Rússia.
O comunicado ainda defende uma "paz duradoura" entre israelenses e palestinos, ratificando apoio à implementação total do cessar-fogo entre Israel e o Hamas, incluindo a libertação de todos os reféns e a expansão da ajuda humanitária em Gaza.
O grupo das sete maiores economias do mundo ainda condenou o que chamaram de "ações desestabilizadoras" do Irã, "incluindo seu rápido avanço no enriquecimento de urânio sem justificativa civil confiável, sua facilitação de organizações terroristas e grupos armados no Oriente Médio e no Mar Vermelho, sua proliferação de mísseis balísticos e drones, e sua repressão transnacional e violação de direitos humanos fundamentais".
No comunicado, o G7 se opõe "fortemente às tentativas da China de restringir a liberdade de navegação por meio da militarização e de atividades coercitivas no Mar da China Meridional".
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