Ex-primeira-ministra de Bangladesh, Sheikh HasinaAFP
"Todos os elementos (...) constitutivos de um crime contra a humanidade estão reunidos", declarou o juiz do tribunal de Dacca, Golam Mortuza Mozumder. “Decidimos importa uma única pena, a pena de morte”, acrescentou.
Hasina, 78 anos, sempre negou as acusações. Ela fugiu de Bangladesh para a Índia em agosto de 2024.
Os juízes consideraram a ex-primeira-ministra culpada de várias acusações relacionadas a crimes contra a humanidade, em particular por incitar e ordenar assassinatos, segundo o veredicto.
Após a sentença, Hasina, que foi chefe de Governo do país durante 15 anos, afirmou que o veredicto tinha “motivações políticas”.
"As sentenças proferidas contra mim foram ditadas por um tribunal manipulado, previsto e presidido por um governo não eleito e sem mandato democrático", declarou em um comunicado
A decisão do tribunal de Dacca foi muito aguardada no país de mais de 170 milhões de habitantes, que se prepara para as próximas eleições legislativas dentro de três meses.
A polícia da capital foi mobilizada para garantir a segurança nas imediações do tribunal e em todos os pontos estratégicos da cidade.





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