Objetivo é aproximar as crianças de valores fundamentais como respeito, empatia e solidariedadeDivulgação
Paracambi inova ao levar Direitos Humanos às escolas por meio do teatro
Projeto "A Praça da Diversidade" promove educação cidadã com arte e inclusão
Paracambi - A Prefeitura de Paracambi está implementando uma nova abordagem de educação cidadã nas escolas da rede municipal: o projeto “A Praça da Diversidade: Dialogando sobre os Direitos Humanos”, que une arte, ludicidade e reflexão para aproximar as crianças de valores fundamentais como respeito, empatia e solidariedade. A iniciativa é coordenada pela secretária de Direitos Humanos Lorena Madrinha em parceria com a Escola de Teatro de Paracambi, dirigida por Ian Costa.
A ação, que percorrerá todas as unidades de ensino infantil ao longo do próximo ano, tem como eixo central o teatro de fantoches “A Praça da Diversidade”. No espetáculo, personagens de diferentes origens e vivências — entre eles a professora Joana, o idoso Seu Antônio, Davi, um jovem cadeirante; Lia, adolescente autista; o indígena Aruanã; Olívia, uma menina negra curiosa; Zezinho, um menino com Síndrome de Down que adora dançar; e Yuki, uma criança oriental — compartilham experiências que despertam nas crianças o entendimento sobre os Direitos Humanos e sua importância no cotidiano.
“O teatro é uma ferramenta poderosa de transformação. Ao trabalhar temas como diversidade e respeito de forma lúdica, conseguimos dialogar com as crianças em um nível de sensibilidade e empatia que forma cidadãos mais conscientes e participativos”, afirma a secretária de Direitos Humanos, Lorena Madrinha.
Com foco na formação integral e na construção de uma cultura de paz, o projeto busca estimular a reflexão sobre a diversidade humana, traduzir os direitos fundamentais em linguagem acessível e incentivar atitudes de cooperação e diálogo entre os alunos. A proposta está alinhada ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e à Convenção sobre os Direitos da Criança (ONU, 1989), reforçando o compromisso da gestão municipal com políticas públicas voltadas à infância e à inclusão.
“Ao reconhecerem seus próprios direitos e os dos outros, as crianças aprendem a valorizar a convivência e o respeito às diferenças — princípios essenciais para uma sociedade mais justa e inclusiva”, finalizou Lorena Madrinha.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.