Sidney de Jesus Côco Júnior morreu depois de ser baleado na quadra da São ClementeReprodução
Cerca de duas horas antes de ser assassinado, Sidney usou suas redes sociais para compartilhar postagens contendo a sua localização. As publicações mostravam a estrutura sendo montada para um evento produzido por Sidney. A vítima era produtora de eventos e organizava o local quando um criminoso se aproximou e disparou contra seu peito.
Sidney chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, mas chegou sem vida na unidade. Testemunhas disseram aos agentes que um homem entrou na quadra da São Clemente e atirou contra a vítima e fugiu em seguida.
A ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A especializada investiga uma gravação que mostra um homem atravessando a Avenida Presidente Vargas, na Cidade Nova, região central do Rio, próximo à quadra da São Clemente, onde a vítima foi baleada.
A DHC apura se o homem que foi flagrado correndo é o suspeito de atirar contra Sidney. De acordo com as imagens, o suposto autor do crime sobe em uma moto que o esperava no local. Depois, o condutor e o carona desaparecem entre os carros.
Além de ser produtor de eventos, Sidney fazia trabalhos como produtor musical e era um dos líderes comunitários do Morro de São Carlos, no Estácio, região central do Rio. A vítima também trabalhava como assessor na Secretaria Especial de Juventude do Rio. O órgão lamentou a morte do colaborador e destacou que já está dando apoio aos familiares.




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