Moradores do Complexo da Gardênia Azul recebem ecoponto da Comlurb
Horário de funcionamento do local será sempre das 7h às 19h
Além de fundamentais para a ordenação desse material, os ecopontos ajudam no controle de vetores de doenças e na melhoria da saúde pública - Divulgação/Comlurb
Além de fundamentais para a ordenação desse material, os ecopontos ajudam no controle de vetores de doenças e na melhoria da saúde públicaDivulgação/Comlurb
Rio - Moradores da comunidade Nova Esperança, no Complexo da Gardênia Azul, Zona Oeste do Rio, receberam, nesta quinta-feira (20), um ecoponto da Comlurb. O local conta com uma caixa metálica para recebimento de lixo domiciliar e outras duas menores para entulho. O horário de funcionamento será sempre das 7h às 19h.
O objetivo da companhia é garantir que locais antes degradados passem a contar com pontos organizados, com remoção regular dos resíduos por caminhões. Além de fundamentais para a ordenação desse material, os ecopontos ajudam no controle de vetores de doenças e na melhoria da saúde pública. Este é o terceiro dos 25 ecopontos previstos para este ano na cidade. Em 2022, foram inaugurados outros 20.
"Esse ecoponto é para tentar trazer mais qualidade de vida e saúde para os moradores, por meio da ordenação e da coleta do lixo. Precisamos da ajuda de todos para manter a conservação do local. Não é da Comlurb, não é da Prefeitura, isso é dos moradores. É dinheiro público. Para ajudar no processo de conscientização, sempre trazemos para eventos e inaugurações o grupo musical Chegando de Surpresa, formado por garis. É a ferramenta que nós temos, de arte e de música, pintura, para levar conscientização e reforçar o trabalho que fazemos no dia a dia", disse Flávio Lopes, presidente da Comlurb.
"A instalação do ecoponto da Comlurb significa muito para a nossa região. Cuidar do lixo não é fácil. Conheço cada cantinho do Gardênia Azul e vamos continuar trabalhando, levando as melhorias ao morador. Precisamos parar de falar que comunidade só tem coisa ruim, comunidade é lugar de muita coisa boa. Mas precisamos da ajuda de todos da população, com cada um fazendo a sua parte", disse a subprefeitura de Jacarepaguá, Marli Peçanha.
O prédio de Misaque Pacheco, morador há 20 anos da comunidade, compartilha o muro com o local onde foi instalado o novo ecoponto. Misaque contou que sofreu por anos com a área, usada como ponto de descarte irregular. A montanha de lixo que se formava levava mau cheiro e vetores às casas. A Comlurb chegava a tirar 30 toneladas de lixo por semana do local.
"Estou muito agradecido, é gratificante ver o que foi feito pela comunidade. A gente pediu muito por isso, e a Comlurb atendeu. Agora cabe a nós moradores colaborar, fazendo o descarte correto e preservando o espaço", afirmou Misaque.
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