Publicado 03/07/2023 07:42
Rio - A Justiça do Rio realiza, nesta segunda-feira (3), a primeira audiência de instrução e julgamento sobre o caso da bebê Quênia Gabriela Oliveira Matos de Lima, de 2 anos, morta com ferimentos que demonstravam tortura, em Guaratiba, na Zona Oeste, em março deste ano. O pai da vítima, Marcos Vinícius Lino de Lima, e a madrasta, Patrícia André Ribeiro, são acusados pelo crime
A sessão está marcada para iniciar às 16h30 na 4ª Vara Criminal da Capital e o juiz responsável pelo caso é Gustavo Gomes Kalil.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o casal por homicídio triplamente qualificado, com emprego de tortura, dificultando a defesa da vítima já que o crime foi cometido contra uma menina com menos de 14 anos. Ambos estão presos na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio.
Segundo o laudo da perícia, Quênia apresentava 59 lesões pelo corpo, entre já cicatrizadas e recentes. Eram 17 no abdômen, 16 no dorso, 12 no rosto, sete nas pernas e seis nos braços. A denúncia foi feita por uma médica que atendeu a criança em uma unidade de saúde. Na delegacia, ela relatou que a garota foi levada pelo pai e apresentava "sinais severos de violência", como queimaduras no umbigo e fissuras no ânus.
A sessão está marcada para iniciar às 16h30 na 4ª Vara Criminal da Capital e o juiz responsável pelo caso é Gustavo Gomes Kalil.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o casal por homicídio triplamente qualificado, com emprego de tortura, dificultando a defesa da vítima já que o crime foi cometido contra uma menina com menos de 14 anos. Ambos estão presos na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio.
Segundo o laudo da perícia, Quênia apresentava 59 lesões pelo corpo, entre já cicatrizadas e recentes. Eram 17 no abdômen, 16 no dorso, 12 no rosto, sete nas pernas e seis nos braços. A denúncia foi feita por uma médica que atendeu a criança em uma unidade de saúde. Na delegacia, ela relatou que a garota foi levada pelo pai e apresentava "sinais severos de violência", como queimaduras no umbigo e fissuras no ânus.
Durante o processo, a defesa de Marcos Vinícius Lino, pai de Quênia Gabriela, chegou a entrar com um pedido de habeas corpus, após entender que a autora da morte da criança foi a madrasta Patrícia André Ribeiro. No pedido, o advogado Jairo Mota alegou que no dia da tragédia o pai da criança estava no trabalho, quando recebeu uma ligação de Patrícia explicando o acontecimento. No entanto, o pedido foi negado pela Justiça.
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