Para ter um cão de suporte emocional, é necessário um diagnóstico de transtorno mental feito por um psiquiatra, como ansiedade, depressão, transtorno de estresse pós-traumático, deficiência psicossocial, TDAH ou autismo (dependendo do grau). Segundo a Dra. Juliana Guimarães, “a indicação de um animal de suporte é feita após uma avaliação semelhante a uma consulta médica psiquiátrica.” Após o diagnóstico, a aceitação do paciente e da família é fundamental, pois, como ressalta a psiquiatra, “essa relação precisa ser de amor e afeto para que os benefícios à saúde mental sejam observados.”
Ela também destaca que o ambiente onde o paciente vive deve ser preparado para o bem-estar do animal. “É muito importante garantir o acolhimento do pet com carinho e respeito, como todo animal merece,” explica a Dra. Juliana. A união entre paciente e pet traz benefícios quase imediatos, como a melhora no humor e no comportamento, além de ajudar a reduzir o estresse, a pressão arterial e a frequência cardíaca.