Fiéis celebraram Domingo de Páscoa na Paróquia Nossa Senhora de CopacabanaPedro Teixeira/Agência O DIA
Para os irmãos aposentados, Jesus da Conceição Ferreira, 75 anos, e Miriam de Castro Magalhães, 65, a Páscoa é tempo de mudança, união e gratidão.
"A missa aqui é muito especial! Ele vive, ele vive eternamente. Sem Jesus a gente não consegue ir, sem fé você não consegue nada. Durante a quaresma a gente jejua, não comemos carne, e frequentamos mais a igreja. É um tempo de recolhimento, é o que a gente faz", contou Miran.
"É uma vida nova, é uma mudança que você faz na tua vida. É a mudança e o Senhor junto com a família. Somos uma família católica e sempre comemoramos a Páscoa", acrescentou Jesus da Conceição.
Os dois são moradores de Botafogo e frequentam todo domingo a Igreja Imaculada da Conceição, mas escolheram celebrar a Páscoa na Paróquia Nossa Senhora de Copacabana.
Logo após a missa, Antônio José Borges também comentou sobre a representação da data. "Eu costumo vir sempre que eu posso. A Páscoa é fraternidade, é respeito, amizade, a comemoração de Deus, é família", disse.
Francisco não celebrou a missa de Páscoa na praça, deixando a tarefa para o cardeal Angelo Comastri, o arcipreste aposentado da Basílica de São Pedro. Mas, após o término da celebração, o pontífice apareceu na varanda do balcão acima da entrada da basílica. As milhares de pessoas abaixo vibraram, enquanto uma banda militar começou uma sequência de hinos da Santa Sé e da Itália. Comastri, por sua vez, agradeceu o papa: "Obrigado por despertar a nossa fé!".
Francisco acenou da varanda e depois pediu a um assistente que lesse seu discurso. A homilia preparada pelo papa enfatizou como Cristo ressuscitado remete à esperança.



























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