PK, preso nesta terça (28), é acusado de participar do assassinato de um PM em 2024Reprodução

Rio – Policiais do 12º BPM (Niterói) penderam, na noite desta segunda-feira (28), em Maricá, na Região Metropolitana, Patrik Alvim do Nascimento, conhecido como “PK”, de 22 anos. Ele é acusado de envolvimento na morte do policial militar Luiz Fernando Santos de Paulo, em novembro de 2024, no bairro Engenhoca, na vizinha Niterói.
Na época do crime, o PM, então lotado no Comando de Policiamento Rodoviário (CPRV), estava de folga e estacionava o carro na Rua Desembargador Mário Fernandes Pinheiro, quando criminosos o abordaram. Baleado na frente de mulher e filhos, ele morreu no local.
A prisão
Durante patrulhamento pela Comunidade do Risca Faca, no distrito de Inoã, em Maricá, os PMs - com auxílio de informações repassadas pelo Disque Denúncia (2253-1177) - suspeitaram da atitude de um grupo e se aproximaram. Neste momento, segundo a corporação, os homens fugiram para uma área de mata, mas acabaram capturados.
Já na 82ª DP (Maricá), após consulta no sistema da Polícia Civil, ficou constatada a participação de PK na morte do policial Luiz Fernando. Outros dois envolvidos no crime já reconhecidos seguem foragidos: Jonathan Oliveira dos Santos, o Pelezinho, de 22 anos, e Mychel Silva Monteiro, o Salgado, de 28. Um quarto participante, que não teve o nome revelado, foi preso em janeiro deste ano, por policiais da Delegacia de Homicídios da Niterói e São Gonçalo (DHNSG).
Outros presos e drogas apreendidas
Além da prisão de PK, a ação desta terça-feira teve outros dois detidos: Júlio Henrique de Oliveira Freitas, de 46 anos, e Ruan Carlos da Conceição Cunha, de 25. Com eles, os policiais apreenderam 200 pinos de cocaína (350 g); 135 pedras de crack (48 g); 120 invólucros de maconha (777 g); dois radiotransmissores; e dois celulares. Pela posse do material, o trio acabou autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.
Contra PK, houve ainda o cumprimento de mandados de prisão preventiva, expedidos pela 3ª Vara Criminal de Niterói, pelos crimes de homicídio, homicídio qualificado e organização criminosa. Eles permaneceram detidos à disposição da Justiça.