Publicado 09/07/2026 15:02 | Atualizado 09/07/2026 16:47
Rio - Em meio à comoção e revolta, familiares, amigos e colegas de trabalho se despedem do inspetor da Polícia Civil Carlos Alberto Freire Neto, 35 anos, na Câmara Municipal de Niterói, Região Metropolitana. O agente foi baleado na cabeça na Avenida Brasil, na altura de Guadalupe, Zona Norte, nesta quarta-feira (8).
PublicidadeO corpo chegou ao local do velório por volta das 14h30. Colegas da Polícia Civil ajudaram a levar o caixão para dentro do salão principal, em que a despedida acontece.
O caixão deixou a Câmara às 15h37 sob uma salva de palmas. Agentes de várias unidades estiveram presentes para prestar as últimas homenagens. O corpo segue em cortejo no caminhão do Corpo de Bombeiros, seguido por um comboio de viaturas da Poícia Civil, até o Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, onde o agente será cremado.
Morador de Niterói, Carlos Alberto ingressou na Polícia Civil em dezembro de 2023 e, desde maio, atuava na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Ele deixa esposa e dois filhos.
Carlos Alberto e outros três agentes realizavam diligências de inteligência na comunidade do Muquiço, em uma viatura descaracterizada, quando foram atacados. Além dele, a policial Juliele da Conceição Brandt também foi atingida na perna.
Eles foram socorridos e levados para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, Zona Oeste. O inspetor chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu e morreu durante a tarde. Juliele também foi operada. O quadro de saúde dela é considerado estável.
Morador de Niterói, Carlos Alberto ingressou na Polícia Civil em dezembro de 2023 e, desde maio, atuava na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Ele deixa esposa e dois filhos.
Carlos Alberto e outros três agentes realizavam diligências de inteligência na comunidade do Muquiço, em uma viatura descaracterizada, quando foram atacados. Além dele, a policial Juliele da Conceição Brandt também foi atingida na perna.
Eles foram socorridos e levados para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, Zona Oeste. O inspetor chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu e morreu durante a tarde. Juliele também foi operada. O quadro de saúde dela é considerado estável.
O Disque Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações sobre os envolvidos no ataque aos agentes. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
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