Moradora de Niterói, na Região Metropolitana, e filha de policial, ela é lotada na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Reservada nas redes sociais, Julieli compartilha poucos registros da rotina profissional. Antes de ingressar na Polícia Civil, atuou como guarda municipal do município e também como advogada.
Natural de Cachoeiras de Macacu, também na Região Metropolitana, a agente tem parte da família vivendo na cidade. O pai dela morreu há quase três anos, quando já estava aposentado.
Ela segue internada no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste.
Entenda o caso
De acordo com a Polícia Civil, os agentes da DHBF faziam diligências de inteligência na região quando foram atacados. Uma viatura da Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) passava pelo local e parou para dar apoio, dando suporte até o hospital.
A corporação classificou a ação como covarde e reforçou que “ataques contra agentes de segurança pública representam um ataque direto ao Estado”. Após o ocorrido, centenas de agentes se dirigiram ao local e realizaram buscas na comunidade do Muquiço atrás dos envolvidos.
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