Abandono e crime ambiental em deckRede social
Segundo relatos de moradores que preferem não se identificar, o deck foi construído há cerca de 10 anos, juntamente com o próprio condomínio. O problema é que, com o passar do tempo, o local teria deixado de receber manutenção, tornando-se, conforme a denúncia, um local que “só serve para assorear e ser usado como descarte de lixo, além de não ter iluminação e ser utilizado por usuários de drogas”.
“O deck foi construído por eles em via pública e não prestam manutenção”, destacou um morador, que enfatizou que tanto o aterramento quanto o deck têm “impedido o correr natural das marés, fazendo com que o local se torne um ‘mangue de lixo’. Com a escuridão, carros vêm à noite descartar entulhos e lanchas abandonadas. Nosso bairro, que é um recanto de paz, está largado”, completou.
Um dos moradores conta que procurou a Prefeitura algumas vezes para reclamar sobre o caso, destacando o abandono das lanchas, mas foi orientado a entrar em contato com a Marinha.
Diante dos fatos, o Jornal entrou em contato com a Prefeitura de São Pedro da Aldeia, com a Marinha e com o condomínio mencionado, solicitando posicionamentos sobre a denúncia. Em nota, o município informou que “já realizou uma vistoria anterior e identificou que é um deque flutuante, sem estrutura física submersa. Por esse motivo, foi permitido tanto pela Prefeitura, quanto pela Capitania dos Portos”, no entanto, que “com a demanda, uma nova inspeção será feita para avaliar e entender o melhor o caso”.
Já a Marinha informou que está apurando a demanda. O condomínio ainda não retornou o questionamento.


Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.