(FILES) This file photo taken on October 27, 2017 shows Catalan president Carles Puigdemont attending a Catalan parliament session in Barcelona.
The Spanish judge leading the investigation into Catalan separatists will issue on November 3, 2017 a European arrest warrant for ex-leader Carles Puigdemont, who has fled to Belgium, a judicial source in Madrid told AFP. The expected move against Puigdemont, who was dismissed last week as Catalan president by the Spanish government, comes after eight ministers of Catalonia's deposed government were detained pending further probes into their role in the independence drive.



 / AFP PHOTO / Josep LAGO - AFP/Josep LAGO/27.10.17
(FILES) This file photo taken on October 27, 2017 shows Catalan president Carles Puigdemont attending a Catalan parliament session in Barcelona. The Spanish judge leading the investigation into Catalan separatists will issue on November 3, 2017 a European arrest warrant for ex-leader Carles Puigdemont, who has fled to Belgium, a judicial source in Madrid told AFP. The expected move against Puigdemont, who was dismissed last week as Catalan president by the Spanish government, comes after eight ministers of Catalonia's deposed government were detained pending further probes into their role in the independence drive. / AFP PHOTO / Josep LAGOAFP/Josep LAGO/27.10.17
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Publicado 03/11/2017 17:51 | Atualizado há 3 anos

A juíza espanhola Carmen Lamela emitiu ontem ordem de busca e captura contra o presidente separatista catalão destituído Carles Puigdemont que, de Bruxelas, se declarou disposto a se candidatar às eleições regionais de 21 de dezembro.

A juíza da Audiência Nacional dirigiu a ordem europeia contra Puigdemont e quatro de seus ministros às autoridades judiciais da Bélgica, para onde viajaram "com a única finalidade de eludir as possíveis responsabilidades que poderiam ter na Espanha", segundo o auto.

A Procuradoria Federal belga confirmou o recebimento da ordem, afirmando que "será estudada e, depois, será entregue a um juiz de instrução".

A magistrada espanhola tomou a decisão após o não comparecimento para depor na quinta-feira junto a outros nove membros do Executivo catalão, todos investigados por rebelião, sedição e malversação por seu papel na proclamação de independência da Catalunha.

Quase ao mesmo tempo, Puigdemont afirmava ao canal belga RTBF: "Estou disposto a ser candidato", inclusive fazendo campanha no exterior. É algo que pode fazer enquanto não houver condenação definitiva contra ele, admitiu o governo.

As prisões foram repudiadas pelos separatistas na Catalunha, região de 7,5 milhões de habitantes cuja população está profundamente dividida ante a secessão.

Assim como na quinta-feira, milhares de pessoas se concentraram em Barcelona em defesa de Puigdemont e pedindo a libertação dos "presos políticos" de seu governo.

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