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Polícia Civil investiga militares por suspeita de tráfico de armas

Entre os alvos estão dois militares ativos, dois ex-militares do Exército e um da reserva da Aeronáutica, segundo mídia local

Por O Dia

Polícia Civil cumpre mandados no Distrito Federal para desarticular esquema de tráfico de armas
Polícia Civil cumpre mandados no Distrito Federal para desarticular esquema de tráfico de armas -

Brasília - Militares do Exército são alvo da Operação Shooter (atirador, em inglês) nesta sexta-feira. A ação desarticula esquema de tráfico de armas e munições no Distrito Federal. A ação mobilizou 180 policias civis para cumprir 22 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão.

Seis pessoas foram presas em flagrante. Entre as armas apreendidas há três pistolas, um rifle e um revólver. Os policiais apreenderam também munições de vários calibres. Segundo a imprensa local, entre os alvos estão dois militares ativos e dois ex-militares do Exército e um da reserva da Aeronáutica. Os pedidos de prisão são temporários, ou seja, valem por cinco dias prorrogáveis.

As investigações começaram há quatro meses, quando investigadores perceberam o uso de armas restritas por parte de criminosos. As buscas ocorrem no Cruzeiro, Jardim Botânico, Guará, Gama e em Santa Maria. Também são cumpridos mandados em Valparaíso de Goiás e Novo Gama.

Investigações

Há duas semanas, o ex-militar Pedro Henrique Santana foi preso apontado como líder de uma organização criminosa especializada no tráfico de armas no DF. Ele era responsável por repassar as mercadorias para outros criminosos. As armas, munições e explosivos eram usados pelos bandidos em assassinatos, latrocínios, roubos e tráfico de drogas. Pedro e outras 16 pessoas foram presas durante a Operação Paiol.

Foram identificados pelo menos 30 compradores. A suspeita é que Pedro conseguia os itens com colegas do Exército. Todas as armas, munições e explosivos eram armazenadas em comércios que serviam como uma espécie de 'paiol' para as mercadorias. Uma barbearia, uma distribuidora e uma loja de celulares estariam envolvidas no esquema.

*Com informações da Agência Brasil

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