Luís Inácio Lula da Silva, atual presidente do BrasilRicardo Stuckert / PR
"Vamos ter que fazer um esforço ainda maior, utilizar todo o poder que a máquina pública pode ter, porque não é possível que a gente possa perder uma guerra para garimpo ilegal, madereiro ilegal, para pessoas que estão fazendo coisas contra o que a lei determina", declarou Lula, em reunião com o ministros nesta terça-feira, 9, no Palácio do Planalto.
De acordo com agenda divulgada, participam do encontro os ministros Rui Costa (Casa Civil), Flávio Dino (Justiça), José Múcio Monteiro (Defesa), Wellington Dias (Assistência Social), Nísia Trindade (Saúde), Esther Dweck (Gestão), Marina Silva (Meio Ambiente), Silvio Almeida (Direitos Humanos), Sônia Guajajara (Povos Indígenas), Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Paulo Pimenta (Secom) e Jorge Messias (AGU). A presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana, também está presente.Hoje estamos fazendo uma reunião de balanço sobre a situação dos indígenas Yanomami e o que vamos fazer permanentemente para vencer essa guerra contra o garimpo ilegal, o vandalismo, contra os agressores do meio ambiente e o crime organizado. Estamos preparando novas ações ainda… pic.twitter.com/dRHWo56O1b
— Lula (@LulaOficial) January 9, 2024
No início do ano passado, Lula viajou acompanhado de ministros para Roraima para se reunir com lideranças indígenas e debater a desassistência sanitária no território yanomami.
Quase um ano depois da ida ao Estado, o presidente disse que, na reunião do período da manhã desta terça, será feito um balanço para verificar se o governo cumpriu o que foi decidido em relação ao povo.
"Vamos decidir tratar a questão de Roraima, indígena e yanomami como questão de Estado", afirmou Lula. "Essa reunião aqui é para definir de uma vez por todas o que nosso governo vai fazer para evitar que indigenas brasileiros continuem sendo vítimas de massacre, vandalismo, garimpagem e das pessoas que querem invadir as áreas que estão preservadas e que têm dono, que são os indígenas, e que não podem ser utilizadas", acrescentou. "Nós temos que fazer um combate muito sério e essa reunião de hoje é para a gente fazer uma revisão do que foi feito ano passado e o que temos que fazer a partir de hoje", comentou.
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