Atriz e influenciadora Nina Baiocchi relatou o caso nas redes sociais Reprodução/ vídeo/ redes sociais

A atriz e influenciadora Carolinna Baiocchi de Oliveira Carneiro, conhecida como Nina Baiocchi, foi assaltada no centro de São Paulo, conforme relato em vídeo postado nas redes sociais na última quinta-feira, 15.

A artista atualmente interpreta a personagem Vânia na novela "Coração Acelerado", que estreou na última segunda-feira, 12, na TV Globo.

De acordo com Baiocchi, ela estava em carro de aplicativo quando criminosos quebraram a janela do veículo e puxaram seu celular com a tela desbloqueada. A atriz contou ter tido um "conflito" com os bandidos, no qual acabou se ferindo com os cacos de vidro. O assalto ocorreu na Rua Jaguaribe, próximo à estação de metrô Santa Cecília, por volta das 23h.

"Eu sei que muitas pessoas dizem que não é recomendado reagir nessas situações, mas eu tive uma reação instintiva, não me lembro direito o que aconteceu. Quando eu vi, eu já estava correndo atrás deles, eu já estava gritando por ajuda no meio da rua e minhas mãos e braços estavam cheias de sangue", relatou Baiocchi no vídeo.

Ela contou que, na sequência, foi até um taxista que estava próximo e pediu que ele a deixasse em casa. Uma vez no local onde mora, ligou o computador para trocar as senhas de todos os aplicativos que usa, antes mesmo de procurar atendimento médico.

Depois, a atriz ligou para a mãe e somente então foi para o hospital. Ela relatou já ter feito boletim de ocorrência e pediu ajuda dos seguidores para pressionar a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), a Polícia Militar (PM) e a Polícia Civil.
Baiocchi também relatou ter conseguido testemunhas e imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos.

"O pior de toda essa situação é saber que tinha um posto policial há 5 minutos de onde tudo aconteceu. Eu não vou me contentar com impunidade. Eu não vou entender com normalidade alguém falar que era culpa minha estar mexendo no celular fora de casa à noite", afirmou Nina.
Veja o vídeo:
 
 
O Estadão procurou a SSP-SP para ter mais informações sobre o caso, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto.