A palavra 'misantropia' foi enviada como alerta extremo Reprodução

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou neste sábado, 20, que as mensagens de alerta recebidas por usuários nesta madrugada não foram disparadas pelas autoridades responsáveis pelo sistema oficial de avisos à população.

Em nota, a agência afirmou que "não há, neste momento, qualquer motivo de preocupação" em razão das mensagens recebidas.

Segundo a Anatel, os alertas encaminhados por meio da tecnologia Cell Broadcast são originados em uma plataforma própria da Defesa Civil (saiba mais abaixo), cabendo às operadoras apenas a transmissão das mensagens para as áreas geográficas determinadas pelos órgãos responsáveis.

A Anatel informou ainda que a Defesa Civil está apurando as circunstâncias do ocorrido e adotando as medidas necessárias para identificar a origem do disparo.

A Polícia Federal também investiga o caso.

Em diversas regiões do País, usuários receberam o alerta da Defesa Civil com a palavra "misantropia"- em alguns aparelhos escrita como "misantropi4". O conteúdo não tinha qualquer relação com protocolos oficiais de emergência. O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
Onde ocorreu?
O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.

Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".

O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.

"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.

"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.

Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".

"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.

Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.

O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.

"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.

Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.

"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.

Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.

"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.

O que significa 'misantropia'?

Misantropia é o termo usado para definir aversão, desprezo ou até mesmo ódio à humanidade. O termo também pode ser empregado para descrever pessoas que evitam o convívio social ou preferem o isolamento.

Como funciona o sistema de alerta?

O Defesa Civil Alerta utiliza a tecnologia Cell Broadcast para enviar mensagens diretamente aos celulares localizados em áreas de risco, sem necessidade de cadastro prévio. E foi criado para ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência.

As notificações são enviadas por meio de SMS e com um aviso sonoro - mesmo se o celular estiver em modo silencioso. O objetivo é orientar a população diante de eventos que possam representar perigo imediato.
 
O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.

Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".

O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.

O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.

"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.

"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.

Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".

"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.

Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.

O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.

"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.

Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.

"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.

Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.

"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.

Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".

O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.

O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.

"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.

"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.

Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".

"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.

Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.

O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.

"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.

Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.

"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.

Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.

"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.

Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".

O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.

O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.

"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.

"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.

Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".

"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.

Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.

O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.

"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.

Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.

"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.

Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.

"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.

Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".

O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.

O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.

"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.

"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.

Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".

"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.

Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.

O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.

"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.

Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.

"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.

Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.

"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.