Flávio Bolsonaro disse que 'falta braço' na Polícia Federal para investigar LulinhaReprodução / YouTube
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"Está faltando braço, faltando gente para esse pequeno grupo da Polícia Federal (PF) do Lula investigar o filho do presidente da República. Vocês já imaginavam se o filho do presidente Jair Bolsonaro fosse suspeito de receber dinheiro desviado de aposentados?", questionou, em transmissão em seu canal no YouTube.
Na tarde de quinta-feira, o ministro Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência no governo federal de Lulinha. Flávio, no entanto, não comentou diretamente a decisão.
'Bolsonaro não tinha menor ideia de que vídeo de IA ia ser transmitido em convenção'
"É óbvio que o presidente Bolsonaro não tinha a menor ideia de que ia passar um vídeo de IA na nossa convenção. E, obviamente, que estudamos a legislação que não tem absolutamente nada de errado", declarou.
Flávio argumentou que a resolução do TSE trata apenas sobre propaganda eleitoral, que ainda não começou oficialmente, e que não é possível controlar a tecnologia. "Como é que as plataformas vão proibir as centenas de milhares de conteúdos feitos com o IA todos os dias e filtrar o que pode e o que não pode? Isso é praticamente impossível", falou.
Flávio disse que o vídeo deixava claro que se tratava de uma tecnologia: "Ele começa o vídeo dizendo: 'Esse aqui não sou eu. Estou preso por uma injustiça. Esse vídeo é feito com inteligência artificial'", contou.
Flávio reafirmou ainda que, se eleito, classificará organizações criminosas e milícias como terroristas.
"O presidente está conseguindo brigar até com o Paraguai agora. E como tem otário que acredita que a culpa é de Bolsonaro das tarifas? Tem que ser muito otário", declarou o senador.
Na última sexta-feira, 24, ao defender investimentos na área de defesa e de fortalecimento das Forças Armadas, Lula afirmou que "um dia, o Paraguai decidiu invadir o Brasil". A frase fez o governo do Paraguai convocar o embaixador brasileiro em Assunção, José Antônio Marcondes de Carvalho.
Educação
Disse ainda que pretende lançar um programa de financiamento para ensino superior em que o estudante só começará a pagar as mensalidades após ter um emprego.
Atualmente, o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) prevê que pessoas de baixa renda estudem em faculdades particulares, com início do pagamento após formado.
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