Em meio às comemorações dos 150 anos do Movimento Teosófico, estudantes de Teosofia de várias partes do mundo vêm se reunindo por meio de palestras públicas.
Um desses estudantes, Wes Amerman (LUT-EUA), escreveu um profundo e abrangente artigo sobre “Ísis Sem Véu – O livro de sucesso que deu início a um movimento” para o ITC – Conferências Teosóficas Internacionais.
A obra original em inglês de Isis sem Véu – escrita por Helena Blavatsky – saiu em dois volumes, mas a edição brasileira da Ed. Pensamento tem quatro volumes.
O autor do artigo contextualiza o livro – “que traz dentro dele uma revolução” – e cita trechos emblemáticos, como o abaixo, onde HPB pergunta no Prefácio de Ísis:
“Onde, Quem e o Que é Deus? Quem já viu o Espírito imortal do homem, de modo a poder assegurar-se da imortalidade do homem?
“Onde, Quem e o Que é Deus? Quem já viu o Espírito imortal do homem, de modo a poder assegurar-se da imortalidade do homem?
A resposta de Blavatsky, logo no início de Ísis, é instrutiva e ilumina o caminho que ela tomará em todo o livro, na verdade, na própria Teosofia:
‘O espírito humano prova o espírito de Deus, assim como uma gota d’água prova a fonte de onde deve ter vindo. Diga a alguém que nunca viu água que existe um oceano de água, e ele deve aceitá-lo com fé ou rejeitá-lo completamente. Mas deixe uma gota cair em sua mão, e ele então terá o fato do qual todo o resto pode ser inferido.”
‘O espírito humano prova o espírito de Deus, assim como uma gota d’água prova a fonte de onde deve ter vindo. Diga a alguém que nunca viu água que existe um oceano de água, e ele deve aceitá-lo com fé ou rejeitá-lo completamente. Mas deixe uma gota cair em sua mão, e ele então terá o fato do qual todo o resto pode ser inferido.”
Ísis Sem Véu foi escrita para esclarecer, iluminar e reabrir para o Ocidente as portas para os grandes ensinamentos universais presentes na Sabedoria Oriental e que haviam sido soterrados pelo materialismo e o dogmatismo religioso vigentes no final do século dezenove. O presidente-fundador da Sociedade Teosófica, Henry S. Olcott, escreveu em “A História da Sociedade Teosófica”:
“Se algum livro pudesse ser considerado um marco na história, este o seria.”
“Se algum livro pudesse ser considerado um marco na história, este o seria.”
O subtítulo dá ideia da magnitude de Ísis: Uma Chave-Mestra para os Mistérios da Ciência e da Teologia Antigas e Modernas.
Gratidão aos grandes reformadores do Pensamento Humano!

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