O suposto estupro teria acontecido em 2016Reprodução/SBT/Jovem Pan

Na última semana, o país foi surpreendido pelo processo que a humorista Juliana Oliveira abriu contra o jornalista Otávio Mesquita por um suposto crime de estupro. De acordo com ela, a situação teria acontecido no dia 25 de abril de 2016, durante o programa "The Noite com Danilo Gentili". Diante de uma acusação tão grave, a coluna Daniel Nascimento descobriu que Danilo Gentili pode ser arrolado no inquérito, que será aberto pela polícia, para ser ouvido acerca dos fatos ocorridos no episódio citado pela ex-assistente de palco.
Dr. Gil Ortuzal, criminalista, fez uma análise do caso e contou à coluna que, caso a investigação realmente siga adiante, Gentili poderá ser procurado pelas autoridades e arrolado ao processo tanto como testemunha de defesa por parte dos advogados de Otavio, quanto de acusação, solicitado pela Justiça, tendo em vista que estava presente no palco durante o suposto ocorrido. O comunicador poderá detalhar o que viu aos investigadores e confirmar se tudo não passou de uma "brincadeira combinada informalmente", como foi dito por Otávio Mesquita.
O suposto crime de estupro aconteceu diante das câmeras e, após analisar as imagens, o Dr. Gil Ortuzal contou qual pode ser a conclusão do caso. De acordo com o criminalista, a Justiça poderá finalizar a questão concluindo que a situação foi apenas um crime contra a dignidade sexual e não um estupro, como está sendo imputado a ele pela ex-assistente de palco Juliana Oliveira.
A denúncia contra Otávio Mesquita foi exposta na mídia na última quinta-feira (27), e a defesa da humorista argumenta que as imagens indicam que o jornalista impediu Juliana Oliveira de se afastar, evidenciando a falta de consentimento. Também ressaltam que a transmissão do episódio em TV aberta agravou a violação de sua dignidade. Apesar disso, o comunicador nega as acusações.