A ex-namorada de Didico, integrante do grupo Pagode do Adame, expôs fotos que mostram a suposta violência doméstica que teria sofridoFoto: Reprodução
Integrante de grupo de pagode do Rio é acusado de agredir a ex-namorada
A ex-namorada de Didico, integrante do grupo Pagode do Adame, expôs fotos que mostram a suposta violência doméstica que teria sofrido
Matheus Castro, mais conhecido como Didico, integrante do famoso grupo "Pagode do Adame", do Rio de Janeiro, está sendo acusado de violência doméstica contra sua ex-companheira. A influenciadora Beatriz Ramos usou as redes sociais nesta segunda-feira (5) para publicar um vídeo em que expõe o suposto caso de agressão cometido pelo ex em setembro. Após o relato, a página oficial do grupo divulgou um comunicado informando o afastamento do integrante para que o caso seja devidamente apurado.
Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, a influenciadora Beatriz Ramos exibiu imagens que mostram lesões pelo corpo, supostamente causadas por agressões. Nas imagens, ela aparece com os dedos cortados e sangrando, marcas roxas no pescoço e na boca, bochechas inchadas e uma televisão quebrada. Além das cenas fortes, Beatriz também compartilhou um print de uma conversa em que recebe ameaças do ex-companheiro. Em um dos trechos, ele afirma: "Você merece ser tratada igual piranh*, por isso tem que entrar na porrad*."
Na legenda do vídeo, a influenciadora relata os abusos que sofreu durante o relacionamento. "Quando eu estava em um relacionamento abusivo, sofri vários danos físicos e psicológicos. Fui espancada, tive depressão e ansiedade. Fiquei internada por um mês em uma clínica psiquiátrica, longe da minha filha e de todos", contou. No mesmo vídeo, ela afirma que sua vida melhorou após o término. "Quando eu saí do relacionamento, percebi o quanto a vida é bela, e ela voltou a brilhar", declarou.
Além do relato em vídeo, a ex-companheira de Didico, integrante do grupo Pagode do Adame, também escreveu um texto em forma de carta para expor o caso. "Estar em um relacionamento abusivo é viver uma guerra silenciosa. Uma batalha entre o que se sente e o que se merece. É caminhar entre migalhas de afeto e explosões de dor. E ainda assim, por vezes, o coração insiste em olhar para trás. Em imaginar que, talvez agora, tudo possa ser diferente. Essa carta não é um pedido de desculpas. É um desabafo, um grito, uma tentativa de colocar em palavras o que tantas pessoas vivem em silêncio. Não é fácil explicar por que alguém volta. Às vezes, é a esperança. Às vezes, o medo. Às vezes, a crença de que o amor pode mudar alguém. Mas o amor, por si só, não salva. E ninguém deveria ser campo de batalha de outra pessoa. A dor não deve ser romantizada. Amor de verdade não machuca. E se for para recomeçar, que seja comigo mesma. Inteira. Firme. Viva."

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.