Embora esse projeto de lei seja uma iniciativa da cidade de São Paulo, a ideia já avançou para outros estadosReprodução/Instagram
Oruam xinga vereadora que criou projeto de lei contra ele: 'Piranh*'
Além dela, o rapper também xingou outros quatro políticos que apareciam na foto
A vereadora Amanda Vettorazzo (União Brasil) se tornou assunto nas redes sociais no início deste ano ao criar um projeto de lei que ficou conhecido como "Lei Anti-Oruam", que visava proibir a prefeitura da capital paulista de contratar artistas com repertórios que fazem apologia ao crime ou ao uso de drogas. Embora a história tenha dado uma esfriada, o "ranço" do artista por ela parece não ter passado e, recentemente, ele usou as redes sociais para xingá-la.
A situação aconteceu nesta sexta-feira (30), em uma interação na rede social X, antigo Twitter. A confusão começou após o vereador Marcio Colombo (PSDB) compartilhar uma foto ao lado de Amanda Vettorazzo e outros três políticos. "Esse time tem um certo peso! Tradicionalmente, as prestações de contas dos parlamentares do @MBLivre são muito inspiradoras e baseadas em resultados, a do @GutoZacariasMBL não foi diferente. Ficou registrada neste fotão, que também contou com a @Amandavettorazz, @RenanSantosMBL e o grande @renato_battista", escreveu ele.
No entanto, o clima de amizade logo ficou para trás assim que o rapper Oruam deixou um comentário na publicação. "4 cornos e uma piranh*", escreveu o artista. A mensagem rapidamente repercutiu entre as páginas de notícias e já passa das três mil curtidas. Apesar disso, o dono da postagem mostrou que não leva desaforo para casa e o respondeu prontamente. "Só o que me faltava. Quer um lenço para parar de chorar, rapaz?", questionou Colombo.
No projeto de lei, a vereadora da cidade de São Paulo afirma que ele "surge da necessidade de garantir que tais eventos sejam promovidos de forma responsável, especialmente no que diz respeito à proteção de crianças e adolescentes". Vettorazzo também frisou que "não pode o Poder Público institucionalizar expressões de apologia ao crime organizado ou ao uso de drogas por meio de contratações artísticas em eventos com acesso ao público infantojuvenil".

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