A cantora está presa desde junho de 2019, acusada de envolvimento na morte do maridoReprodução/Instagram
Por meio das redes sociais da viúva de Anderson do Carmo, seus parentes publicaram um texto em que reclamavam sobre o ocorrido. “É revoltante a tentativa de boicote velado às obras de Flordelis”, dizia o comunicado. O texto ressaltava a relevância da artista dentro do meio gospel, lembrando que suas canções “marcaram gerações” e que “apagar sua obra é também apagar uma parte significativa dessa trajetória”. A família ainda pediu que a MK Music reconsiderasse sua escolha, considerando a atitude como um tipo de censura.
Janira Rocha, advogada da artista, também se pronunciou, demonstrando surpresa e desconforto com a decisão da empresa. “Fomos pegos de surpresa. Sem aviso, sem comunicado, sem qualquer explicação”, comentou. Ela também classificou a exclusão das músicas como uma violação da liberdade de expressão artística.
A nota publicada nas redes ainda questionava os motivos por trás da decisão de removê-las. “A quem interessa esse apagamento?”, dizia o texto, destacando a importância afetiva das músicas para o público fiel da cantora. “A música da Flordelis não é só dela. É nossa.” Até o momento, a MK Music não comentou oficialmente sobre as alegações ou sobre a retirada do catálogo das plataformas.
Ver essa foto no Instagram

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.