Thiago Pantaleão é destaque da cena pop brasileiraMateus Aguiar/Divulgação
Ícone da cena LGBTQIAP+, Thiago Pantaleão é destaque em Festival do Orgulho
O cantor se apresenta em São Paulo ao lado de nomes como Lexa, Lia Clark, Mateus Carrilho e Pepita
Rio - Com uma trajetória humilde e raízes no Sul do Estado do Rio, Thiago Pantaleão tem visto seu nome se consolidar como um dos principais artistas da cena pop, voltado ao público LGBTQIAP+. O trabalho do jovem será destaque no "Festival do Orgulho", realizado neste sábado (03) em São Paulo.
"Quero entregar o show mais completo que já fiz na minha vida e carreira. Desenhamos um conceito com início, meio e fim...que está muito amarrado com o texto do álbum.Tenho bailarinos incríveis por trás que são meus amigos, todo mundo que está envolvido e pode mostrar um trabalho mais maduro, mais coeso e que vai atingir bastante quem estiver assistindo", adianta.
Com canções que representam claramente relacionamentos homoafetivos, o cantor tem sido a voz de milhares de brasileiros, que não se viam nas canções que explodiam no streaming e nas rádios do país.
"É muito legal saber que posso hoje representar milhares de garotos que são como eu, vieram do interior, da baixada e não tinha quem olhar e se enxergar. Quando parei para pensar que queria ser artista, não tive muitas referências, mas as poucas que tive foram suficientes para me inspirar. Hoje saber que estou nessa posição, é muito importante para mim e por isso trato com tanto carinho, pois sei que posso transformar vidas, como foi com a minha", explica Pantaleão.
Em entrevista ao O DIA, Thiago ainda falou sobre como vê o papel que tem para além dos momentos de shows e apresentações, sendo alguém que colabora e pensa nos fãs como um todo. Segundo o artista um dos seus principais objetivos é tocar na alma do público e poder fazer com que se sintam acolhidos.
"Quando é verdadeiro, a gente tem o poder de ajudar, de transformar, de realizar...Eu quero que as pessoas se sintam bem consigo mesmas, com a sensação que tenho vivido, que é de se amar do jeito que é. Além de falar sobre a diversidade dentro da própria diversidade...E saber que a gente sempre tem alguém que pode se apegar, ficar grudadinho...E que de alguma forma, eu seja esse alguém para tantas pessoas que precisam", pontua.




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