Fábio Assunção estreia no Twitter com visual novo

Em live na sede da rede social, o ator anunciou doação de direitos autorais de música com seu nome a duas instituições, e disse ter sofrido 'bullying coletivo'

Por O Dia

Fábio Assunção
Fábio Assunção -

Rio - Fábio Assunção é o mais novo famoso no mundo do Twitter. O ator abriu ontem sua conta, publicando uma foto ("nova rede social, novo corte de cabelo, oi, pessoal!", escreveu) e indo até a sede do Twitter para fazer uma live de quase 50 minutos. Também anunciou que havia saído a arrecadação de direitos autorais da música que a banda La Fúria havia feito com seu nome, e que faria a contribuição para duas instituições que acolhem dependentes químicos, com o montante arrecadado para a faixa.

Fábio fez as doações para o Centro de Convivência É De Lei e para a Comunidade Cidadania e Vida, e pediu aos fãs que fizessem o mesmo. "São trabalhos sérios e éticos, comprometidos com promoção da saúde e com o cuidado com o ser humano", escreveu.

Bullying

Na live do Twitter, Fábio relembrou a criação da música e de uma máscara de carnaval com seu rosto. "Vocês devem lembrar que criaram uma música com meu nome, virei máscara… Foi um bullying coletivo, de muita opressão. Ser ator desde cedo me custou a minha privacidade", afirmou. "Tudo o que acontece comigo é muito falado, colocado nas redes. No ano passado, auge dos memes, quando começou o 'sextou' e o 'ligar o modo Assunção', eu não sabia muito como reagir. Esse não é o foco da minha vida. Conversei muito com meu filho e ele sempre falou que era bobagem, besteira".

O ator disse ter percebido que a música era "agressiva" e "glamourizava o uso do álcool". "As experiências que tive com drogas e álcool não tiveram essa beleza, não têm essa alegria. Embora as pessoas pensem que 'sextou' é para enlouquecer e ser feliz, pode não ser assim", afirmou.

Na época em que a canção saiu, relata Fábio, ele também conversou com seu filho, que achou que a banda tinha pegado pesado. Foi atrás dos músicos. "Conversei por videoconferência com a banda, e o autor me falou que não tinha noção dos números da dependência química. Não acho que tenha sido má-fé. Eles disseram que me adoravam, que tinha sido uma homenagem. Pô, podia ser uma homenagem de outra forma", contou.

Fábio também lembrou que teve uma banda na adolescência, Delta T, que "foi um fracasso", contou. "A banda era inspirada no rock dos anos 1980, que estava bombando. Não estava viralizando ainda porque não tinha Twitter", brincou.

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