Felipe Andreoli revela que torce para o CorinthiansReprodução / Instagram

Rio - Felipe Andreoli, de 45 anos, falou nesta segunda-feira (1º) sobre sua relação com o futebol e a profissão. O apresentador comentou nas redes sociais a repercussão após ter revelado que torce para o Corinthians e defendeu que o tema seja tratado com naturalidade dentro do jornalismo esportivo.
“Cara, falei recentemente, sem muito alarde, sem muita preocupação em relação a isso, acho que a gente tinha que naturalizar isso”, disse nos stories do Instagram. “Você acha que nenhum jornalista, os jornalistas esportivos torcem o quê? Para o juiz, que são neutros? Todo mundo sempre teve um time”.
Andreoli afirmou que sempre soube separar a paixão pelo clube da postura profissional. “Todos, ou pelo menos a maioria, ou grande parte, pelo menos da galera das antigas, a galera da minha época, sabe dividir isso muito bem, sabe gritar o gol de um time adversário com a mesma intensidade do que o seu time de coração”.
O apresentador recordou momentos de sua carreira. “Não é à toa que na minha época de Globo Esporte, as pessoas achavam que eu torcia para o Palmeiras, porque o Palmeiras estava ganhando tudo. Assim como na época de CQC, a galera achava que eu torcia para o Corinthians, porque o Corinthians estava ganhando tudo”.
Segundo ele, a decisão de assumir publicamente sua torcida foi recente. “Então, eu resolvi deixar isso mais claro, mais direto, mas também sem ficar botando muita coisa nisso”, contou. Andreoli revelou que possui diversas camisas do Corinthians em casa, embora use pouco no dia a dia.
O apresentador também disse que já vestiu camisas de vários times, sem se preocupar com rivalidades. “Eu usei a camisa de todos os times, inclusive dos grandes rivais. Minha mãe foi por muitos anos sócia do São Paulo, então eu frequentava o Clube do São Paulo e usava a camisa do São Paulo”.
Por fim, ressaltou a importância da imparcialidade profissional. “Não sou aquele torcedor doente, fanático. Já fui esse cara da arquibancada, fui para muitos jogos, [...] vi o Corinthians ser campeão mundial, e como também acompanhei glórias de outros clubes, com a paixão de quem gosta do esporte, de quem gosta do futebol, e é assim que a gente trabalha”.