No mundo, 1 em cada 3 adultos tem hipertensãoReprodução/internet
Dia Nacional do combate à hipertensão: confira sintomas e cuidados
Fatores como obesidade, histórico familiar, estresse e envelhecimento contribuem para o desenvolvimento de pressão alta
Olá, meninas!
Hoje é celebrado o Dia Nacional de prevenção e combate à hipertensão, data que foi instituída pela Lei nº 10.439/2002, e que tem um propósito claro: chamar a atenção da população para uma doença silenciosa, mas extremamente perigosa, que afeta milhões de brasileiros — muitos deles sem nem saber.
A hipertensão, também conhecida como pressão alta, acontece quando os níveis de pressão arterial se mantêm elevados, acima de 140×90 mmHg, popularmente conhecidos como 14 por 9. Esse número representa duas fases do funcionamento do coração: a contração (pressão sistólica) e o relaxamento (pressão diastólica). Quando essa pressão se mantém alta de forma constante, o risco de complicações graves se instala.
A condição pode ter causas genéticas (hipertensão primária), mas também pode ser consequência de outros problemas de saúde, como doenças renais, da tireoide ou das glândulas suprarrenais (hipertensão secundária). Entender a origem é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
Apesar de poder causar sintomas como tontura, falta de ar, palpitações, dores de cabeça frequentes e alterações na visão, a hipertensão é frequentemente silenciosa — o que a torna ainda mais perigosa. Justamente por isso, medir a pressão com regularidade é um cuidado essencial, e não apenas algo a ser feito em consultório médico.
Fatores como obesidade, histórico familiar, estresse e envelhecimento contribuem diretamente para o desenvolvimento da hipertensão. O excesso de peso, por exemplo, pode antecipar em até dez anos o surgimento da doença. A alimentação desequilibrada e o consumo exagerado de sal também são grandes vilões.
É importante lembrar que, na maioria dos casos, a hipertensão não tem cura, mas tem controle. E esse controle nem sempre passa por remédios. Adotar um estilo de vida mais saudável, com alimentação balanceada, menos sal, prática regular de exercícios, abandono do cigarro e moderação no álcool, pode fazer toda a diferença.
As complicações de um quadro de hipertensão não tratado são graves: AVC, infarto, insuficiência renal, arritmias e até morte súbita. Por isso, mais do que reconhecer a doença, é fundamental agir — tanto no tratamento quanto na prevenção.
Aqui vão alguns passos simples que podem salvar vidas:
- Manter o peso saudável, com mudanças reais na alimentação;
- Reduzir o sal e investir em temperos naturais;
- Mexer o corpo: caminhar, dançar, pedalar, qualquer movimento conta;
- Encontrar tempo para o lazer e o descanso;
- Dizer adeus ao cigarro;
- Beber com moderação (ou nem beber);
- Evitar alimentos gordurosos e ultraprocessados;
- Controlar o diabetes e fazer check-ups com frequência.
Prevenir a hipertensão é, antes de tudo, um ato de cuidado com o próprio corpo. E cuidar da saúde precisa ser um compromisso diário — com a gente mesma e com quem a gente ama.
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