Mais amor, menos julgamento: o recado por trás do namoro mais comentado do momentoReprodução/Instagram

Olá, meninas!
O assunto do dia não podia ser outro! Virginia Fonseca e Vinícius Júnior assumiram o namoro, e a internet, claro, parou. Foi só uma foto, um gesto, um sorriso compartilhado — e pronto! As redes pegaram fogo, os comentários explodiram, e de repente todo mundo virou especialista em relacionamento, em tempo de luto amoroso e até em maternidade alheia.
Mas vamos conversar de mulher pra mulher?
A Virginia é uma mulher jovem, mãe, empreendedora, que vive sob os holofotes 24 horas por dia. Desde o divórcio com o Zé Felipe, o que mais se viu foi julgamento. E por quê? Porque ela ousou seguir em frente, ousou viver, ousou sentir de novo. E isso incomoda muita gente, especialmente quando a maternidade entra na equação de um novo relacionamento.
O julgamento sobre uma mãe que recomeça a vida amorosa é sempre mais pesado. Sim, a Virginia tem uma rede de apoio visível, uma estrutura que a ampara. Mas e as incontáveis mulheres anônimas que, após uma separação, com filhos nos braços, tentam recomeçar sem os mesmos recursos? O julgamento que elas enfrentam, longe dos holofotes, é igualmente ou mais cruel. A diferença é que, no caso dela, tudo acontece sob a lente de aumento implacável da vida pública.
É curioso como, quando uma mulher decide recomeçar, o mundo parece querer que ela peça licença. Que espere. Que prove que sofreu o bastante, que se doou o suficiente, que chorou o tempo certo. E sobre a suposta traição que tanto comentam? A verdade é que essa é uma conta que só ela pode fechar. A decisão de dar ou não uma nova chance, de perdoar ou seguir, pertence unicamente a quem sentiu a dor.
Será que alguém parou para pensar na idade dela, no momento de vida, na pressão constante que ela vive? Será que ela simplesmente se apaixonou? Se rendeu a um sentimento que lhe trouxe leveza? A vida não vem com manual, e o coração não pede licença para sentir.
Eu vejo uma menina que trabalhou duro, construiu um império, cuida dos filhos com amor e está aprendendo, aos poucos, a equilibrar a vida pública com o seu próprio emocional. Vejo alguém que tem o direito — sim, o direito — de se apaixonar de novo. E que sorte a dela, e a dele, se o amor aconteceu.
E o Vinícius? Ah, esse menino que brilha no futebol e leva alegria pro mundo todo… também é humano, também tem coração. Ver os dois felizes, sorrindo, leves — não é isso que a gente deseja pra qualquer casal?
Meninas, a gente precisa aprender a olhar pra outras mulheres com mais empatia e menos pedras nas mãos. Nenhuma de nós sabe o que a outra está enfrentando dentro de casa, no silêncio, no travesseiro, na alma.
Sororidade é isso: respeitar o tempo, as escolhas e as dores das outras.
Virginia não precisa da aprovação de ninguém pra ser feliz.
E se ela e o Vini estão felizes, que seja lindo, leve e verdadeiro. Porque a vida já é curta demais pra viver no “e se”.