Através do apoio da tecnologia, o setor deve planejar reduzir custos e ser mais eficiente na competitividade, agilizando vendas Pedro Ivo/Agência O Dia
Mesmo que o cenário seja de queda da inflação, estabilidade cambial e chance de a Selic até ser diminuída, as projeções levam em consideração as datas comemorativas do Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal, fatores que normalmente contribuem para elevar o resultado do ano.
"Nesse contexto, o varejo tem diante de si oportunidades de como avaliar custos, processos e diversificar fornecedores. Já frente os desafios poderá inovar gestão, estoques e operações de compra. Através do apoio da tecnologia, o setor deve planejar-se para reduzir custos e ser mais eficiente na competitividade, agilizando vendas", acrescentou.
Segundo as entidades, a decisão de manter a Selic em 15% ao ano reiterou a preocupação das autoridades monetárias com a economia aquecida, mercado de trabalho dinâmico e preços resistentes em ceder.
"Face ao peso dos juros sobre o ritmo de evolução da economia, a tendência será a de produzir menos postos de trabalho, em particular ao longo do segundo semestre", afirmara.
Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, cerca de R$ 11,7 trilhões de PIB. Apenas a variável do consumo das famílias aumentou 4,8% no último trimestre, demonstrando a pujança do mercado interno.
Para 2025, analistas estimam PIB de 2,23%. Relativamente, cada ponto percentual do produto representa R$ 113 bilhões de valor adicionado na economia brasileira. Se repetisse igual desempenho do ano passado (3,4%) o produto ultrapassaria R$ 12 trilhões.

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