Vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo AlckminDivulgação/ MDIC/ André Neiva
Em participação via videoconferência no encontro empresarial promovido pela Amcham, o ministro citou máquinas, motores e ainda alguns alimentos entre os produtos que seguem pagando as tarifas mais altas, de 50%, para entrar nos Estados Unidos.
"O próximo passo é excluir mais produtos e reduzir a alíquota", declarou Alckmin. O ministro ressaltou que a orientação colocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é manter o diálogo e as negociações com os Estados Unidos. "Estamos avançando gradativamente e queremos acelerar esse processo", comentou.
A retirada da sobretaxa sobre mais de 200 produtos, na semana passada, foi, segundo Alckmin, o maior avanço desde o início das negociações em torno do tarifaço. Mais uma vez, ele salientou que não há justificativa para as tarifas dos Estados Unidos, já que o país tem superávit comercial no comércio bilateral e tem aumentado as vendas ao Brasil.
Conforme o vice-presidente, o trabalho para fortalecer o diálogo, a negociação e os investimentos recíprocos com os Estados Unidos tem sido ininterrupto. Ele prometeu redobrar os esforços de negociação com o governo Trump.
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