O atual recorde do Ibovespa é de 4 de dezembro, quando o índice atingiu 164.455,61 pontosDivulgação
“O desempenho do Ibovespa em 2025 é resultado de uma combinação de fatores, incluindo a melhora nas expectativas macroeconômicas e a retomada gradual da confiança de investidores locais e estrangeiros. É importante destacar que o acesso está cada vez mais simples. O investidor pode alocar capital diretamente em ações ou optar por instrumentos como os ETFs [Exchange Traded Fund], que permitem ‘comprar’ o índice de forma ágil, eficiente e democrática”, destaca Henio Scheidt, gerente de Produtos na B3.
A atual carteira do índice, disponível no site da B3, conta com 85 ativos de 79 empresas brasileiras. Há companhias do setor financeiro, de bebidas e alimentos, do varejo, de infraestrutura, de bens de consumo, de minério e de outras commodities.
O Ibovespa B3 reúne os ativos com maior volume negociado no pregão da bolsa do Brasil e serve de referência para investimentos como os ETFs, fundos de investimentos listados em bolsa que replicam o desempenho de um índice de referência, além dos futuros de Ibovespa e as opções sobre Ibovespa.
A porta de entrada, que vai definir se um papel será incluído ou não no índice, é a liquidez, ou seja, a capacidade que essa ação tem de ser comprada ou vendida rapidamente pelos investidores.
Com os índices, os investidores conseguem acompanhar o desempenho de carteiras formadas por ações de diferentes segmentos da economia, além de poderem diversificar seus investimentos por meio de produtos financeiros referenciados a esses índices.
Expansão da renda variável
Além das ações, outros ativos ganharam protagonismo nas estratégias de diversificação. Os ETFs encerraram o ano com 668,4 mil investidores e R$ 24,1 bilhões investidos, sendo que a pessoa física já responde por 35% do volume total custodiado nesse produto, um avanço significativo frente aos 500 mil investidores e R$ 10,9 bilhões de 2021. No segmento de BDRs, a B3 registrou 980,9 mil investidores, com um valor em custódia de R$ 14,8 bilhões. Esse movimento evidencia que o investidor brasileiro está mais presente e consciente, utilizando ferramentas de exposição nacional e global para fortalecer seu portfólio.

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