O grupo alimentação e bebidas teve variação de 1,38%, a maior entre os nove pesquisadosMarcelo Camargo / Agência Brasil
Quando comparado a maio de 2025 e ao acumulado até este mês no ano anterior, o índice apresentou alta. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,02% e, em 12 meses, de 4,64%, acima dos 4,37% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2025, o IPCA-15 alcançou 0,36%.
Variações dos produtos
Em seguida, habitação (1,03%) e saúde e cuidados pessoais (1,05%) tiveram as maiores influências no resultado geral.
As demais variações ficaram entre -0,33%, em transportes, e 0,50%, em Despesas pessoais.
Quedas em transportes e combustíveis
Ainda em transportes, o IBGE destaca que o ônibus urbano recuou 0,56%. Isso se deve, segundo o instituto, pela gratuidade ou redução tarifária aos domingos em São Paulo (0,44%) e Salvador (0,36%) e aos feriados em Brasília (-3,30%), Belém (-3,41%), Belo Horizonte (-3,29%) e Curitiba (-1,46%).
Alimentação e habitação
A alimentação fora do domicílio (0,51%) desacelerou em relação a abril (0,7%), por conta das variações da refeição (0,57%) e do lanche (0,37%) que, nesse mesmo mês, subiram 0,65% e 0,87%, respectivamente.
Já no grupo habitação, com alta de 1,03%, destaca-se energia elétrica residencial, com acréscimo de 2,16%, como principal impacto individual no índice.
O IBGE destaca que, em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100kWh consumidos.
Saúde
Segundo o IBGE, pesou na categoria a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, desde 1° de abril.
Coleta de preços
O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.
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