John Textor é o acionista majoritário da SAF do BotafogoVítor Silva/Botafogo

O Botafogo ainda figura entre os clubes proibidos de realizar transferências no site da Fifa. Mesmo após quitar a dívida de 452 mil dólares (cerca de R$ 2,6 milhões) com o Guarani, do Paraguai, pela compra do atacante Matías Segovia, o nome do clube continuou na lista da entidade máxima do futebol que proíbe registros de novos jogadores. Em nota, o Alvinegro alegou falta de comunicação.
O departamento jurídico do Botafogo aguarda a confirmação do pagamento pelo atacante para regularizar a situação e garantir a saída da lista. Segundo o clube, a falha de comunicação no processo e a disputa jurídica foram resolvidas e, em breve, haverá uma atualização da entidade máxima. Por esse motivo, o Alvinegro não será afetado por esse transfer ban nas próximas janelas de transferências.
O transfer ban impede um clube de registrar novos jogadores, seja por transferências ou contratações de atletas livres, por um período determinado. A restrição pode durar uma ou mais janelas, dependendo da gravidade da infração. Times brasileiros como o Corinthians já estiveram nessa situação. O clube paulista, no entanto, negociou um acordo para parcelar a dívida e a sanção foi revogada.
Na atual temporada, o Botafogo já contratou Léo Linck, Jair, David Ricardo, Artur e Rwan Cruz, que já estrearam em partidas oficiais, além de Santi Rodríguez, Nathan Fernandes, Elias Manoel e Marçal. Todos já estão regularizados e à disposição do técnico Renato Paiva. Mesmo se o clube fosse punido, nenhum deles ficariam impedidos de entrar em campo.