John Textor com o presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães: briga entre SAF e clube ganhou capítulo na JustiçaVitor Silva/ Botafogo
Justiça impede SAF do Botafogo de vender jogadores sem autorização do clube
Planejamento para 2026 depende da negociação de nomes do elenco para fazer caixa
O clube do Botafogo conseguiu uma vitória importante na ação na Justiça contra a SAF. O desembargador Marcelo Marinho, 21ª Câmara de Direito Privado, deu decisão favorável ao pedido do social para que jogadores do elenco atual não sejam vendidos sem sua autorização. A informação é do site 'ge'.
Por outro lado, o mesmo desembargador negou o pagamento de R$ 155,4 milhões da Eagle ao clube, assim como a indicação de um interventor judicial no futebol alvinegro. Segundo ele, há um erro técnico porque estes pedidos deveriam ser em primeira instância, e não em segunda.
A proibição da venda de ativos, como jogadores, era um dos principais objetivos da ação do clube presidido por João Paulo Magalhães. Há o entendimento entre seus pares de que o atual imbróglio envolvendo a Eagle e seu principal acionista, John Textor, dificulta a entrada de dinheiro na SAF. Além disso, o clube agora ganha mais poder de decisão.
Agora com peso na decisão sobre vendas, o social entende que os donos terão que entrar em acordo e investir no futebol para conseguir negociar jogadores. Por sua vez, a administração da SAF entende que seu planejamento para 2026 será prejudicado.
Afinal, a venda de nomes do elenco é importante para compor o orçamento da próxima temporada, justamente diante da redução de investimento dos donos. Tanto que já existia a ideia de buscar reforços pagando pouco.



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