Popó comentou sobre possível processo de Wanderlei após briga no Spaten Fight Night 2 (Foto: William Lucas/Inovafoto))
Popó, por sua vez, se manifestou, também em entrevista à "Ag Fight", e garantiu que, se houver ação criminal movida por Wanderlei, responderá na mesma medida.
“Não tem nada a negociar. Eu fui um dos caras que foi mais agredido, como eu vou negociar. Negociar para que? Se for em termos de dinheiro, eles não vão achar dinheiro no meu bolso. Se eles estão procurando dinheiro de indenização, não tem como. Se virar (uma ação criminal), vai ser dos dois lados, com certeza! Eu estou de boa, não quero dar holofote para ninguém. Isso não vai mudar minha vida em nada. Isso não vai reverter o murro e as porradas que eu tomei, isso não vai reverter as porradas que o (Fabrício) Werdum deu no meu filho, isso não vai reverter as porradas que, no chão, o (André) Dida deu no meu irmão”, afirmou o pugilista.
O ex-lutador completou dizendo que não pretende levar o caso adiante judicialmente: “Vai fazer o que? Para que? Para ganhar dinheiro? Ou tentar prender (alguém)? Não tenho porque (fazer isso). Eu quero só selar a paz, fazer o que eu estou fazendo, aproveitar o pós-luta e ganhar a grana que a gente está ganhando, ter a visibilidade que a gente está tendo e acabou”, concluiu Popó.
A confusão entre os atletas começou logo após o fim da luta entre eles, quando Wanderlei foi desclassificado por golpes ilegais. No caos que se seguiu, o “Cachorro Louco” foi nocauteado pelo filho de Popó, Rafael Freitas, enquanto o boxeador levou socos de André Dida e fraturou a mão, precisando passar por cirurgia.
Apesar do clima tenso, os dois chegaram a protagonizar juntos, na última semana, uma campanha publicitária do Burger King que ironizou o episódio da briga. Mesmo com o tom bem-humorado, o impasse entre as partes segue longe de um desfecho.

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