Rio - A expulsão de Léo Jardim gerou polêmica, mas não foi algo inédito. O goleiro do Vasco foi expulso no empate com o Internacional, neste domingo (27), no Beira-Rio, pela 17ª rodada do Brasileirão, por causa de cera. Porém, não foi a primeira vez que o árbitro Flávio Rodrigues de Souza puniu um goleiro que exagerou na prática de retardar a partida.
No ano passado, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza expulsou Gustavo, do Criciúma, também por causa de cera. Na ocasião, o goleiro retardou o reinício da partida após uma cobrança de falta do Bahia e recebeu dois cartões amarelos em sequência pela demora para cobrar o tiro de meta. O Tigre vencia por 1 a 0, mas sofreu o empate, assim como o Vasco.
O árbitro que expulsou Léo Jardim no jogo de hoje entre Internacional e Vasco é o mesmo que, em 2024, expulsou o goleiro do Criciúma na partida contra o Bahia.
Naquela ocasião, o time catarinense ficou com um a menos, e o Bahia empatou com gol de Caio Alexandre. pic.twitter.com/R7Elp3itPm
— Narradores Brasileiros (@NarradoresB) July 27, 2025
Léo Jardim foi expulso aos 41 minutos do segundo tempo, quando o Vasco vencia o Internacional por 1 a 0. Após a expulsão do goleiro, Daniel Fuzato entrou no jogo, mas não evitou o gol de Carbonero, que evitou a derrota do time gaúcho dentro de casa.
Após a partida, o Vasco utilizou suas redes sociais para se manifestar contra a atuação de Flavio Rodrigues de Souza. Em nota, o clube pediu o afastamento do árbitro. O centroavante Vegetti e o técnico Fernando Diniz também reclamaram da expulsão e da falta de critério da arbitragem.
Com o empate, o Vasco deixou a zona de rebaixamento e subiu para o 16º lugar, com 15 pontos. O Cruz-Maltino volta a campo contra o CSA, na próxima quarta-feira (30), às 19h (de Brasília), pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.
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