Trump volta a defender pena de morte ao comentar sobre atirador em Pittsburgh

Para o presidente, o ataque tem pouco a ver com as leis sobre porte de arma no país, mas suscita o debate sobre legalização da pena de morte

Por ESTADÃO CONTEÚDO

Trump: chateado com Putin
Trump: chateado com Putin -

EUA - Em rápido pronunciamento à imprensa, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender a pena de morte e o endurecimento das leis no país ao comentar a ação de um atirador em Pittsburgh. Na avaliação de Trump, deveria haver algum tipo de proteção na sinagoga. "Se houve um policial presente na sinagoga o atirador poderia ter sido rendido", afirmou. Porém, questionado se a solução seria colocar forças policiais em templos religiosos, desconversou.

Para Trump, o ataque tem pouco a ver com as leis sobre porte de arma no país, mas suscita o debate sobre legalização da pena de morte. "Nós deveríamos endurecer as leis para a pena de morte. É muito triste ver isso acontecer de novo, e se repetir, é terrível, é uma pena", afirmou.

Segundo fontes oficiais, ao menos quatro pessoas morreram e 12 ficaram feridas, incluindo três policiais, com a ação de um atirador nesta manhã na região da sinagoga "Árvore da Vida" na cidade de Pittsburgh. Um suspeito foi preso.

 

 

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