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China diz lamentar volta de sanções dos EUA ao Irã e defende cooperação

Sanções econômicas contra o Irã foram aplicadas após os EUA deixarem acordo internacional que rege as atividades do país persa envolvendo energia nuclear

Por ESTADÃO CONTEÚDO

China - A China lamenta a decisão dos Estados Unidos de reinstaurar sanções econômicas contra o Irã após deixarem no primeiro semestre o acordo internacional que rege as atividades do país persa envolvendo energia nuclear, afirmou nesta segunda-feira a porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês Hua Chunying.

"A despeito das grandes mudanças na situação nos últimos seis meses, as partes existentes do acordo abrangente sempre foram responsáveis por continuar implementando acordos abrangentes, mantendo cooperação econômica e comercial normal com o Irã e recebendo amplo suporte da comunidade internacional", ela disse em coletiva de imprensa regular. "Notamos que o Irã cumpriu estritamente suas obrigações no campo nuclear dos acordos abrangentes até aqui. A Agência Internacional de Energia Atômica confirmou isso 12 vezes seguidas."

Pequim vai salvaguardar firmemente seus direitos e interesses legítimos, acrescentou a porta-voz.

Questionada sobre se a China reduziu importações de petróleo do Irã, Hua respondeu que o país "sempre se opôs a sanções unilaterais e a uma jurisdição de longo alcance". "A China e o Irã conduzem uma cooperação econômica e comercial normal sob o quadro da lei internacional, que é razoável e legal. Esse direito deve ser respeitado e mantido."

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