Jhordana Dias foi atacada em um trem na periferia de Paris no dia 16 de outubroReprodução/ redes sociais
"Parabéns e todo o respeito a Marguerite por sua bravura! A região lhe concederá a medalha de Île-de-France", disse Valérie em uma publicação no X.
Bravo et total respect à Marguerite pour sa bravoure ! La région lui décernera la médaille de l'Île-de-France.
— Valérie Pécresse (@vpecresse) October 26, 2025
Si vous êtes témoin ou victime d’agression, les numéros d'appel 3117 ou SMS 31177 sont là pour une intervention rapide des forces de sécurité. Alertez ! https://t.co/9nFDsjKFeN
Segundo o jornal RFI, Marguerite impediu que Jhordana Dias, de 26 anos, fosse estuprada em um trem entre as estações de Choisy-le-Roi e Villeneuve-le-Roi, no dia 16 de outubro.
A brasileira, que mora na França há poucos meses e não fala francês, estava sozinha no vagão quando foi atacada por um homem Entre outras agressões físicas, ela foi mordida e arranhada pelo agressor.
Marguerite ouviu os gritos da jovem e correu para ajudá-la. Ela começou a gravar o rosto do homem e disse que chamaria a polícia, o que fez com que ele descesse na estação de Villeneuve-le-Roi e fugisse.
Graças às imagens registradas pela mulher, o suspeito foi identificado e preso na última sexta-feira, 24. Ele tem 26 anos, é de origem egípcia e nega o crime.
Marguerite é diretora de uma escola em Val-de-Marne e já trabalhou em centros de alojamento de emergência, onde lidou com pessoas em situação de rua. Em entrevista à France Télévisions, ela disse que aumentou o tom de voz para mostrar que não tinha medo e afastar o agressor da vítima.
"Aprendi a lidar com pessoas violentas, às vezes alcoolizadas. Se você mostrar que tem medo, acabou. Poderia ter terminado muito, muito mal para a jovem", disse.
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