Francisco de Chagas de Brito Castro, de 40 anos, é suspeito de comandar transações ilícitas da milícia de Rio das Pedras e Muzema, na Zona Oeste do RioDivulgação
As investigações também apontaram que houve movimentações financeiras astronômicas da quadrilha, principalmente em nome de Chagas, movimentando através de suas contas bancárias, a vultosa quantia de R$ 7.495.739,00, entre janeiro de 2017 e julho de 2018. Já Laerte Silva, movimentou R$ 898.749,0o, em um período de seis meses.
A São Jorge Construção Civil, de acordo com o relatório da Polícia Civil, é uma das empresas utilizadas pela quadrilha com vínculos com a milícia para a lavagem de dinheiro. A empresa foi aberta em 2016, e possuía como objeto social "construção civil", capital social R$ 88 mil e foi colocada em nome de Gerardo Mascarenhas, o Pirata, "um dos principais laranjas da organização criminosa".
Contra Francisco Chagas, constam dois mandados de prisão, expedido pela 1ª Vara de Criminal Especializada da Capital, pelo crime de Crimes de Lavagem ou Ocultação de Bens.
De acordo com a investigação, os alvos em questão são responsáveis pela lavagem de dinheiro das atividades criminosas de paramilitares e, além disso, passaram a investir em bitcoins. Ao todo, foram expedidos 23 mandados de prisão temporária e 63 de busca e apreensão.
O Disque Denúncia recebe informações sobre a localização de Francisco Chagas, nos seguintes canais de atendimento:
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As informações, sigilosas, serão encaminhadas para 18ª DP – Praça da Bandeira

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