Macaco-prego foi socorrido no sábado (15), mas morreu na manhã deste domingo (16) depois de sofrer um choque elétrico no Jardim BotânicoReprodução
Procurada pelo O DIA, a Light informou que realiza, anualmente, mais de 60 mil podas em árvores da cidade do Rio e em 150 mil árvores da sua área de concessão. Ainda de acordo com a concessionária, protetores e mantas são implantados para minimizar o contato direto com pontos energizados da rede e inspecionados todo ano a fim de levantar fragilidades e possíveis defeitos.
“Estamos vendo com bastante recorrência animais silvestres sendo vítimas de queimaduras e outros tipos de mutilação decorrentes da fiação das concessionárias de energia elétrica e estamos cobrando de forma contínua as melhorias necessárias para proteger esses animais”, explicou o autor do projeto.
Concessionárias de energia, públicas ou privadas, deverão adotar as medidas preventivas em até 120 dias após a sanção da futura lei, sob pena de multa de R$ 1 mil por dia. O valor do resgate e do tratamento dos animais que sofrerem acidentes também deverá ser custeado, sob pena de multa não inferior a R$ 20 mil, valor a ser atualizado anualmente.
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.



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