Diaba Loira afrontava rivais em vídeos publicados nas redes sociaisReprodução/Redes sociais
Assídua nas redes sociais, Diaba Loira acumulava grande audiência. Eram 80 mil seguidores em um perfil, outros 70 mil em outra conta, além de um perfil secundário com 35 mil seguidores. Ela usava o alcance para expor a rotina no tráfico, posar com fuzis e desafiar até antigos aliados. Em diferentes postagens, ostentava armas de grosso calibre e chegou a escrever: "Não me entrego viva, só saio no caixão".
Eweline chegou a integrar o CV, mas posteriormente se aliou ao Terceiro Comando Puro (TCP). Natural de Santa Catarina, ela teria ingressado no crime após sofrer uma tentativa de feminicídio em 2022.
Foragida da Justiça
Contra Eweline, havia ao menos três mandados de prisão em aberto: dois expedidos pela Justiça de Santa Catarina, um pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Tubarão e outro pela Vara Única da Comarca de Armazém, por tráfico de drogas, organização criminosa e violação de medidas judiciais. Ela também responde por rompimento de monitoramento eletrônico.





Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.