Todas as praias do Rio e Niterói estão próprias para banhoÉrica Martin / Arquivo O Dia
Esse resultado pode ser atribuído tanto ao período de estiagem quanto às obras de saneamento realizadas pelo Governo do Estado e pelas concessionárias. Intervenções como a ampliação da coleta e tratamento de esgoto, além da modernização da infraestrutura sanitária, têm contribuído diretamente para a melhora da qualidade da água.
“É notório que, nesses últimos anos, a balneabilidade das praias fluminenses, especialmente as banhadas pela Baía de Guanabara, atingiu índices muito satisfatórios. Antes da concessão de saneamento, era impossível imaginarmos mergulhar nas praias do Flamengo e Botafogo. Porém, agora já temos isso como realidade”, explicou o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi.
De acordo com o presidente do Inea, Renato Jordão, os boletins de balneabilidade são fundamentais para que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre as condições das praias.
“Esse é um trabalho contínuo, realizado semanalmente, que garante transparência e segurança aos banhistas. Nosso objetivo é manter esse avanço e consolidar a recuperação ambiental das praias fluminenses”, afirmou o presidente.
Os boletins de balneabilidade são divulgados semanalmente no site e nas redes sociais do Inea. O levantamento analisa a qualidade da água em mais de 290 pontos de monitoramento distribuídos no estado. Com todas as praias liberadas para banho, o cenário é de celebração para cariocas e niteroienses, que podem aproveitar os últimos dias do inverno com sol, calor e mar próprio para mergulho.
Pontos impróprios
Apesar de todas as praias estarem liberadas para o banho, no Rio de Janeiro há alguns pontos impróprios, como:
Praia da Barra da Tijuca: em frente ao 2º GMAR (Bombeiros) e em frente à Rua Sargento João de Faria.
Praia do Leblon: em frente à Rua Afrânio de Melo Franco.
Praia de Botafogo: em frente à Rua Marquês de Olinda
Em Niterói, o único ponto impróprio é na Praia de São Francisco, em frente à Rua Caraíbas.

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