Matéria Salva!

Agora você pode ler esta notícia off-line

Matéria removida da seção links salvos

Porta-aviões dos EUA ancora na Baía de Guanabara e chama atenção com quase 330 m de extensão

Chegada da embarcação faz parte da Operação 'Southern Seas 2026', realizada desde 2007

Rio - O porta-aviões nuclear dos Estados Unidos, USS "Nimitz", ancorou na Bahia de Guanabara, no Rio, nesta quinta-feira (7). A vinda da embarcação, com cerca de 330 metros de comprimento e deslocamento superior a 100 mil toneladas, faz parte da Operação "Southern Seas 2026", exercício da Marinha dos EUA realizado desde 2007.
As atividades no mar, com os dois países, irão ocorrer na próxima semana, de segunda (11) a quinta (14). O Brasil participará dos exercícios com a Fragata "Defensora", a Corveta "Barroso" e o submarino "Humaitá", além de dois helicópteros, o Super Lynx e o IH-18.
Em território nacional, a passagem ocorrerá exclusivamente no Rio. A participação brasileira ocorre devido a posição estratégica do país no Atlântico Sul, área relevante para a segurança das rotas marítimas e para proteção de recursos da chamada "Amazônia Azul".
A operação chega à 11ª edição como um dos principais instrumentos de cooperação marítima do ocidente. A iniciativa reúne forças navais de cerca de dez países da América Latina e tem como foco o fortalecimento de parcerias e resposta coordenada a ameaças comuns. A presença de meios estrangeiros em águas próximas ao território nacional é realizada com pleno conhecimento e coordenação das autoridades brasileiras.
USS 'Nimitz'
Em atividade desde 1975, o USS "Nimitz" é considerado o porta-aviões nuclear mais antigo ainda em operação no mundo. O navio é capaz de operar dezenas de aeronaves simultaneamente em missões de defesa, ataque e vigilância. A embarcação, ainda, possui propulsão nuclear, o que lhe garante autonomia praticamente ilimitada em termos de combustível.
Você pode gostar
Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.

[an error occurred while processing the directive]