Publicado 27/07/2026 16:08 | Atualizado 27/07/2026 16:14
Rio - Amigos e colegas de corporação se reuniram na tarde desta segunda-feira (27) para prestar as últimas homenagens à policial civil Daniela Cunha Moreira, de 43 anos, encontrada morta na última sexta-feira (24) em Iguaba Grande, na Região dos Lagos.
PublicidadeLEIA MAIS: Bandidos sequestram ônibus na Gardênia Azul
O velório aconteceu no Cemitério da Penitência, no Caju, Zona Portuária do Rio, e foi marcado por momentos de forte emoção. Policiais civis de diversas unidades participaram da despedida da agente, que era lotada na 124ª DP (Saquarema).
Entre as autoridades presentes estava o secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Delmir Gouvêa, além de chefes de delegacias, agentes e representantes da corporação que prestaram homenagens à policial.
Antes da cerimônia, colegas de Daniela organizaram uma carreata que saiu de Saquarema em direção ao Rio de Janeiro. O comboio reuniu policiais de delegacias da Região dos Lagos e da capital.
Após as homenagens, o corpo seguiu para Araxá, em Minas Gerais, onde será realizado o sepultamento.
A morte da policial é investigada pela Polícia Civil. Segundo as apurações, o crime teria sido motivado pela não aceitação do fim de um relacionamento de 13 anos.
A companheira de Daniela, Catiane Clarisse de Oliveira e Souza Moreira, e os pais dela, Adilson de Oliveira e Souza e Ana Teresa Rodrigues dos Santos, foram presos durante as investigações. De acordo com a Polícia Civil, Catiane e o pai são investigados por participação direta no homicídio e na ocultação do corpo. Já Ana Teresa é investigada por suspeita de participação na ocultação de cadáver e fraude processual.
Após audiência de custódia, Ana Teresa passou a cumprir prisão domiciliar. Adilson permanece preso. A situação processual de Catiane segue sendo analisada pela Justiça.
Entre as autoridades presentes estava o secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Delmir Gouvêa, além de chefes de delegacias, agentes e representantes da corporação que prestaram homenagens à policial.
Antes da cerimônia, colegas de Daniela organizaram uma carreata que saiu de Saquarema em direção ao Rio de Janeiro. O comboio reuniu policiais de delegacias da Região dos Lagos e da capital.
Após as homenagens, o corpo seguiu para Araxá, em Minas Gerais, onde será realizado o sepultamento.
A morte da policial é investigada pela Polícia Civil. Segundo as apurações, o crime teria sido motivado pela não aceitação do fim de um relacionamento de 13 anos.
A companheira de Daniela, Catiane Clarisse de Oliveira e Souza Moreira, e os pais dela, Adilson de Oliveira e Souza e Ana Teresa Rodrigues dos Santos, foram presos durante as investigações. De acordo com a Polícia Civil, Catiane e o pai são investigados por participação direta no homicídio e na ocultação do corpo. Já Ana Teresa é investigada por suspeita de participação na ocultação de cadáver e fraude processual.
Após audiência de custódia, Ana Teresa passou a cumprir prisão domiciliar. Adilson permanece preso. A situação processual de Catiane segue sendo analisada pela Justiça.
A reportagem de O DIA busca através de telefone, redes sociais e e-mail o contato das defesas de Catiane, Adilson e Ana Teresa para comentar as acusações. O espaço segue aberto para manifestações.
Leia mais

Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.