Filipe Martins está proibido de acessar redes sociaisReprodução / Internet
Segundo o despacho, juntou-se aos autos a informação de que Martins teria utilizado o LinkedIn no domingo, 29, para buscar perfis de terceiros, descumprindo a proibição de acesso a redes sociais determinada por Moraes.
Filipe Martins integra o chamado "núcleo 2" da trama golpista, acusado de atuar na operacionalização da tentativa de ruptura institucional. Em 16 de dezembro, ele foi condenado pelo Supremo a 21 anos e seis meses de prisão por cinco crimes.
Natural de Sorocaba, no interior de São Paulo, Martins tem 38 anos. Em seu perfil profissional, afirma ser formado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília e ter cursado Diplomacia e Defesa na Escola Superior de Guerra. Ele assumiu o cargo de assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência em 2019, no início do governo Bolsonaro, após atuar com o então chanceler Ernesto Araújo durante o período de transição.
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