Diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton AquinoLula Marques/ Agência Brasil
"Que eu tenha conhecimento como diretor de Fiscalização, eu não conheço, não recebi, nenhuma pressão de liquidar ou não liquidar de autoridades da República, não tenho conhecimento", disse Aquino, quando indagado sobre uma possível pressão política durante a oitiva.
Os depoimentos prestados no mesmo dia por Aquino, pelo dono do Master, Daniel Vorcaro, e pelo ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa só foram liberados após um mês.
O diretor do BC disse que o trabalho de supervisão do caso foi feito normalmente. Ele também negou que a autoridade monetária tenha adotado uma medida prudencial preventiva contra o BRB - proibindo o banco de comprar novas carteiras de crédito - para impedir a compra do Master. A medida é datada de 14 de outubro, enquanto a operação entre BRB e Master foi negada em setembro.
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